terça-feira, 22 de outubro de 2013

AVALIAR SOFTWARE "EDUCATIVO" ( Carlos Nogueira Fino)

O software educativo pode enriquecer as aulas, deixando de lado atividades monótonas e fazendo com que o aluno seja participante ativo dos planejamentos realizados pelo professor. Com esta interação constante, a construção de conhecimento se torna evidente e isso faz com que alguns professores deixem de ser meros transmissores de conhecimento. Nesta era tecnológica, a informática pode proporcionar uma nova dinâmica para o processo de aprendizagem.A principal característica de um software educativo é a maneira com que ele consegue favorecer os processos de ensino aprendizagem. O software educativo deve levar o aluno à “construir” conhecimento, relacionando com o conteúdo aplicado em sua disciplina.
A aprendizagem utilizando software educativo vai proporcionar uma relação dinâmica com seu usuário, salientando aqui o sujeito principal de uma sala de aula, o aluno. Neste momento o aluno passa a formar novas ideologias sobre o que aprender, sem perder os conceitos iniciais apresentados. A utilização da informática na sala de aula favorece o trabalho do professor, enriquecendo e criando novas metodologias para o processo de aprendizagem. Esta relação é capaz de construir e reconstruir situações inerentes ao conhecimento.
Cabe salientar que o software educativo não vem para a sala de aula para substituir quaisquer atividades que já estão sendo realizadas, mas sim para contribuir e dinamizar as ações realizadas, servindo de complemento e aprimorando a qualidade do ensino.
Os softwares podem ser considerados programas educacionais a partir do momento em sejam projetados por meio de uma metodologia que os contextualizem no processo ensino-aprendizagem. Desse modo, mesmo um software detalhadamente pensado para mediar a aprendizagem pode deixar a desejar se a metodologia do professor não for adequada ou adaptada a situações específicas de aprendizagem.
Segue abaixo, comentário do software educativo que pode ser encontrado no endereço: 
http://sitededicas.ne10.uol.com.br/software_resta_um.htm

Nome e Versão: Resta Um 1.0 (Peg Solitaire)
Desenvolvedor: Game Design
Gênero: Jogo de Raciocínio Lógico
Classificação: Livre           
Tipo de Licença: Gratuito
Sistema: Windows 98, XP, 2000, W7 e Acima
Requisitos: Nenhum
Tamanho em bytes: 1309 kb.
Instruções para instalação: Basta copiar o arquivo para uma pasta, descompactá-lo e executá-lo. Não precisa instalar.

Jogo de Raciocínio Lógico. Serve para trabalhar a coordenação motora, lógica, raciocínio matemático, atenção, dentre outros.
Faixa Etária: É mais indicado para crianças de 8 anos e acima, mas deve o educador ficar atento, uma vez que algumas crianças menores, a depender da idade intelectual, podem estar aptas a jogar.
O objetivo é simples: O objetivo é eliminar todas as peças do tabuleiro fazendo movimentos como num jogo de Damas.
Serve para trabalhar a coordenação motora, Senso de lógica, Senso direcional, Senso de organização etc.
À medida que o nível de dificuldade aumenta, o número de peças será maior. Há um cronômetro decrescente que limita o jogador. A distribuição das peças é quase sempre diferente, mesmo em se tratando da mesma fase.
O uso é muito simples e logo à primeira vista, o usuário deverá ficar bem à vontade. Não há contagem de tempo como limite, tornando-o adequado para práticas didáticas.

Como sugestão de uso, poderá o instrutor incentivar o jogo coletivo, isto é, dois jogadores de cada vez, mas apenas um, a cada etapa, acionando o mouse.

Como Jogar: Use apenas o Mouse. Para iniciar aperte o botão "START". A qualquer momento o jogador pode voltar uma ou várias jogadas atrás apertando o botão: "UNDO". Para mover as peças clique sobre ela e o ponto de destino.

De acordo com o artigo lido, esse software apresenta vários dos requisitos fundamentais para seu uso dentro da escola:
  • Sua metodologia é fácil e enriquecedora;
  • Estimula a coordenação motora, senso lógico, senso de organização, raciocínio etc;
  • Motiva e estimula o saber;
  • Promove a interação entre os alunos.


sábado, 5 de outubro de 2013

O USO DA TECNOLOGIA NA EDUCAÇÃO É BOM OU RUIM? (Fabiano Ormaneze e Cecília Pavani)

As novas tecnologias de informação e comunicação estão em todo e qualquer lugar, inclusive no setor educacional, influenciando no processo de ensino-aprendizagem. Sabemos que essas ferramentas vêm a facilitar a forma do trabalho dentro e fora das escolas, o que não quer dizer que essa facilidade seja vista por todos com bons olhos, pois, há uma grande quantidade de profissionais da educação, principalmente professores, que não aceitam as novas tecnologias como instrumento transformador na sua prática pedagógica. Essa rejeição muitas vezes se dá devido à falta de conhecimento, por parte desses, sobre a forma como utilizá-las para adquirir praticidade no processo de ensino-aprendizagem. Se as novas tecnologias educacionais não são usadas torna cada vez mais difícil o processo de inclusão digital tão discutido e esperado. O que não quer dizer que o uso desordenado dessas tecnologias será bem aproveitado, pois o que importa é saber como usá-las e não apenas usá-las.
É importante que educador e educando aprendam a selecionar as informações apropriadas, verificando e identificando as suas proveniências, quem as criou, divulgou-as e qual a intenção das mesmas. Entretanto, torna-se necessário relacionar teoria e prática para que possamos perceber nos mais diversos meios das tecnologias a importância de avançarmos enquanto educadores e educandos. Dessa forma, o uso das tecnologias vem proporcionar a todos uma nova maneira de pensar e de transformar diante desse novo mundo globalizado.
Conclui-se então, que o processo educacional não se faz somente por uma instituição de ensino. É necessário que todos os autores envolvidos no processo de educação tenham comprometimento, responsabilidade e conhecimento de causa para ter como resultado uma educação de qualidade, independente da modalidade que se utilizará no desenvolvimento do processo de educação e de aprendizagem, pois todas as metodologias e práticas pedagógicas se bem utilizadas e implantadas são válidas, utilizáveis e trazem bons resultados, tudo depende necessariamente das pessoas envolvidas, das condições e da aplicabilidade do recurso utilizado.

 ENEIDA SANTOS
LPe 11.3

terça-feira, 1 de outubro de 2013

"A Sociedade da Aprendizagem e o Desafio de Converter Informações em Conhecimento" (Juan Ignacio Pozo)

     Vivemos na era da informação, no entanto, existe um fracasso de aprendizagem nas estatísticas educacionais. O que acontece de errado então? É necessária uma nova cultura da aprendizagem que deve ser gerada e concebida de outra maneira. 
     Estamos lidando com muita informação, com diversas tecnologias, porém é visível que não é tão simples interpretá-las. Historicamente a imprensa proporcionou ao homem novas formas de ler, que mudaram a cultura da aprendizagem. Hoje as tecnologias estão distribuindo todo esse saber, porém, são imprescindíveis novas maneiras de alfabetização. 
     Com rápido acesso às informações, qualquer pessoa hoje consegue ter uma página na internet ou acessar a de outras pessoas, sem a necessidade de publicação. Mas com tanta informação, é preciso uma competência cognitiva, termo que o autor ressalta em que as pessoas precisam adquirir para ter um olhar crítico, sobre tudo que é possível achar e ler, principalmente navegando na internet. 
       A escola precisa formar um aluno que saiba dar sentido a tanta informação, e que eles adquiram capacidade de uma aprendizagem a uma assimilação crítica dessa informação. A aprendizagem deve ser internalizada não mais por repetição.      
       O aluno que decora, não interessa mais ao mercado de trabalho. Hoje, o mercado de trabalho busca um ser pensante, crítico... E isso só se constrói com muita leitura interpretativa. Como ele mesmo diz um conhecimento verdadeiro, um saber ordenado. Para que isso aconteça de maneira concreta, sugere o ensino das novas competências para a gestão do conhecimento.  
       Essa nova cultura de aprendizagem irá ocorrer, quando o perfil de aluno e do professor mudar completamente. Principalmente no que diz respeito ao currículo escolar, exigindo novas funções dos docentes e discentes, com profunda mudança de mentalidade no processo de ensino aprendizagem, criando então, essa nova cultura. Esse será o novo desafio a ser enfrentado por nossos sistemas educacionais.